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	<title>Grupo Adere</title>
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	<description>Consultoria em soluções TOTVS®</description>
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		<title>Condição de pagamento Protheus: conheça os tipos e como configurar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guto Komezo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Protheus]]></category>
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					<description><![CDATA[Definir corretamente as condições de pagamento no Protheus é essencial para que compras, vendas e faturamento gerem títulos financeiros com os vencimentos e valores esperados. Uma regra inadequada pode produzir parcelas em datas incorretas, concentrar valores indevidamente ou exigir ajustes manuais no Financeiro. No TOTVS Protheus, esse cadastro é realizado pela rotina MATA360 e armazenado, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Definir corretamente as condições de pagamento no Protheus é essencial para que compras, vendas e faturamento gerem títulos financeiros com os vencimentos e valores esperados. Uma regra inadequada pode produzir parcelas em datas incorretas, concentrar valores indevidamente ou exigir ajustes manuais no Financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No TOTVS Protheus, esse cadastro é realizado pela rotina MATA360 e armazenado, de forma geral, na tabela SE4. O sistema oferece nove tipos regulares de condição de pagamento — numerados de 1 a 9 — e o tipo especial B, que permite combinar regras. Cada tipo interpreta de maneira diferente os campos Código, Tipo e Cond. Pagto. Por isso, copiar uma sintaxe sem entender a lógica da opção escolhida é uma das principais causas de erro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste guia, você vai entender o funcionamento de cada tipo de condição de pagamento no Protheus, quando utilizá-lo e quais cuidados adotar antes de levar a configuração para o ambiente produtivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são condições de pagamento no Protheus?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A condição de pagamento determina como o valor de uma negociação será distribuído em títulos: quantidade de parcelas, intervalo entre vencimentos, datas fixas, percentuais e outras regras. Ela pode ser utilizada em processos de compra e venda e influencia a integração desses documentos com o módulo Financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante não confundir condição de pagamento com forma de pagamento. A condição responde principalmente quando e em quantas parcelas o valor será pago ou recebido. A forma de pagamento identifica o meio utilizado, como dinheiro, Pix, cartão, cheque ou transferência. No Protheus, esses conceitos podem participar do mesmo processo, mas não são equivalentes e possuem cadastros e tratamentos distintos.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Em resumo:</strong> “30/60/90 dias” é uma condição de pagamento; “Pix” ou “cartão de crédito” é uma forma de pagamento.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de condição de pagamento no Protheus?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha deve partir da regra comercial real da empresa. A tabela abaixo ajuda a identificar rapidamente o tipo mais aderente; em seguida, cada opção é detalhada com a sintaxe utilizada no campo Cond. Pagto. (E4_COND).</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Tipo</strong></td><td><strong>Uso principal</strong></td><td><strong>Como funciona</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>1</strong></td><td><strong>Prazos explícitos</strong></td><td>Cada número representa um vencimento contado a partir da data-base.</td></tr><tr><td><strong>2</strong></td><td><strong>Fórmula pelo código</strong></td><td>O Código e o E4_COND formam a regra de primeiro vencimento, parcelas e intervalo.</td></tr><tr><td><strong>3</strong></td><td><strong>Dias fixos do mês</strong></td><td>Define parcelas, carência e dias do mês aceitos para os vencimentos.</td></tr><tr><td><strong>4</strong></td><td><strong>Dia da semana</strong></td><td>Define parcelas, intervalo e um dia da semana para ajuste dos vencimentos.</td></tr><tr><td><strong>5</strong></td><td><strong>Carência + intervalo</strong></td><td>Define primeiro vencimento, quantidade de parcelas e intervalo recorrente.</td></tr><tr><td><strong>6</strong></td><td><strong>Carência + dia da semana</strong></td><td>Combina parcelas, primeiro vencimento, dia da semana e intervalo.</td></tr><tr><td><strong>7</strong></td><td><strong>Calendário anual</strong></td><td>Define dias fixos de vencimento para os meses do ano.</td></tr><tr><td><strong>8</strong></td><td><strong>Prazos e percentuais</strong></td><td>Distribui percentuais diferentes entre parcelas com prazos definidos.</td></tr><tr><td><strong>9</strong></td><td><strong>Parcelamento manual</strong></td><td>Datas e valores são informados no pedido ou orçamento de venda.</td></tr><tr><td><strong>B</strong></td><td><strong>Composição de regras</strong></td><td>Combina mais de uma condição e distribui o valor por rateio.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 1: prazos definidos a partir da data-base</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É a alternativa mais simples e uma das mais usadas. Cada número separado por vírgula representa a quantidade de dias entre a data-base da operação e o vencimento da respectiva parcela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo:</strong> E4_COND = 0,30,60</p>



<p class="wp-block-paragraph">1ª parcela: no mesmo dia da data-base;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2ª parcela: 30 dias depois;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3ª parcela: 60 dias depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma venda apenas a prazo, sem parcela à vista, a regra pode ser 30,60,90. O ponto central é que cada prazo é informado de forma explícita; o sistema não calcula um intervalo recorrente entre as parcelas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 2: cálculo combinado entre Código e Cond. Pagto.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No tipo 2, o campo Código (E4_CODIGO) participa da fórmula. Seus três algarismos representam, respectivamente, o multiplicador para o primeiro vencimento, a quantidade de parcelas e o multiplicador do intervalo entre elas. O campo E4_COND fornece o valor multiplicador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo oficial:</strong> E4_CODIGO = 321 e E4_COND = 10</p>



<p class="wp-block-paragraph">3 × 10 = 30 dias até o primeiro vencimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 = quantidade de parcelas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 × 10 = 10 dias de intervalo entre as parcelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo exige atenção especial à padronização do código, pois alterar o código não é apenas uma mudança de identificação: pode modificar o cálculo da condição.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 3: parcelas ajustadas para dias específicos do mês</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 3 é indicado quando a empresa precisa concentrar vencimentos em dias predeterminados do mês. A sintaxe informa a quantidade de parcelas, o intervalo até o primeiro vencimento e, depois, os dias do mês aceitos para ajuste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo:</strong> E4_COND = 2,30,2,22</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 parcelas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">30 dias até o primeiro vencimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">vencimentos ajustados para os dias 2 ou 22, conforme a lógica da rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É útil quando o contas a pagar ou a receber trabalha com janelas fixas, mas deve ser testado com diferentes datas de emissão para confirmar o ajuste esperado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 4: vencimento em um dia específico da semana</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 4 define quantidade de parcelas, intervalo entre elas e dia da semana para o vencimento. A numeração adotada é: 1 para domingo, 2 para segunda-feira, 3 para terça-feira, até 7 para sábado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo:</strong> E4_COND = 4,30,3</p>



<p class="wp-block-paragraph">4 parcelas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">intervalo de 30 dias;</p>



<p class="wp-block-paragraph">vencimento ajustado para terça-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a TOTVS, o ajuste não retrocede para o dia escolhido na mesma semana quando ele já passou em relação ao vencimento calculado; a data é levada para a próxima ocorrência válida. Essa característica precisa ser considerada na previsão de caixa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 5: primeiro vencimento, parcelas e intervalo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 5 é adequado para parcelamentos regulares com uma carência inicial. A regra informa, nessa ordem, os dias até o primeiro vencimento, a quantidade de parcelas e o intervalo entre elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo:</strong> E4_COND = 30,4,30</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado são quatro parcelas: a primeira vence 30 dias após a emissão e as demais a cada 30 dias. Em comparação com o tipo 1, o tipo 5 evita informar individualmente todos os prazos quando o intervalo é regular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 6: carência, dia da semana e intervalo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 6 combina elementos dos tipos 4 e 5. Ele permite definir quantidade de parcelas, dias até o início dos pagamentos, dia da semana para ajuste e intervalo entre os vencimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo:</strong> E4_COND = 6,15,4,30</p>



<p class="wp-block-paragraph">6 parcelas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">primeiro vencimento após 15 dias;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ajuste para quarta-feira;</p>



<p class="wp-block-paragraph">30 dias de intervalo entre parcelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por reunir mais critérios, esse tipo deve ser simulado em datas próximas ao fim do mês e em diferentes dias da semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 7: datas fixas distribuídas ao longo do ano</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 7 atende regras baseadas em um calendário anual. O primeiro valor indica a quantidade de parcelas e os valores seguintes representam o dia de vencimento aplicável a cada mês, de janeiro a dezembro. Zeros podem ser utilizados em meses sem vencimento, conforme a regra desejada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rotina não retrocede para um vencimento que já passou. Se a emissão ocorrer depois da data prevista para o mês, o cálculo avança para o próximo vencimento configurado. Por isso, essa condição é apropriada para calendários rígidos, mas exige uma revisão cuidadosa da sequência dos 12 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 8: prazos diferentes e percentuais por parcela</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 8 trabalha com dois blocos: o primeiro informa os dias de vencimento e o segundo distribui os percentuais do valor total. É indicado quando as parcelas não possuem o mesmo valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo:</strong> E4_COND = [30,60,90],[55,22.5,22.5]</p>



<p class="wp-block-paragraph">55% em 30 dias;</p>



<p class="wp-block-paragraph">22,5% em 60 dias;</p>



<p class="wp-block-paragraph">22,5% em 90 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois blocos precisam ter a mesma quantidade de posições, e a soma dos percentuais deve ser exatamente 100%. Percentuais decimais são informados com ponto, não com vírgula.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo 9: datas e valores informados manualmente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 9 é reservado a negociações que não cabem nas regras automáticas anteriores. O cadastro continua sendo feito na MATA360, mas as datas e os valores das parcelas são informados no pedido de venda (MATA410) ou no orçamento de venda (MATA415).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O E4_COND pode assumir 0 para valores fixos ou % para distribuição percentual. No pedido, os dados são preenchidos em campos de parcelas e vencimentos, como C5_PARCn e C5_DATAn. O parâmetro MV_TIPO9SP interfere na validação ao salvar pedidos com valores ou datas incompletos; portanto, não deve ser alterado sem avaliar o processo atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja flexível, o tipo 9 transfere parte do controle para o usuário e aumenta o risco operacional. Antes de adotá-lo como padrão, verifique se os tipos 3, 7 ou 8 já atendem à regra de negócio de forma automatizada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo B: combinação de diferentes condições</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo B permite combinar duas ou mais condições de pagamento em uma única regra para processos de venda. Os itens são registrados na tabela SEC e recebem um percentual de rateio. A soma dos rateios deve chegar a 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação da TOTVS informa que condições dos tipos 9, A e B não podem ser utilizadas como componentes dessa combinação. Também é necessário avaliar o parâmetro MV_AGLDUPB, que influencia o tratamento de duplicatas com a mesma data de vencimento e a referência de data para a próxima condição.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>E o tipo A?</strong> Ele pode aparecer em ambientes específicos, principalmente nos módulos de Veículos (SIGAVEI) e Oficina (SIGAOFI). Não deve ser tratado como uma condição genérica do Backoffice sem validar a documentação do ambiente utilizado.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como cadastrar uma condição de pagamento no Protheus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho de menu pode variar conforme o módulo, a release, as permissões e as personalizações do ambiente. Em uma estrutura padrão, a rotina pode ser acessada em Atualizações &gt; Cadastros &gt; Condições de pagamento, pelo programa MATA360.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Mapeie a regra de negócio antes do cadastro.</strong> Registre a data-base, quantidade de parcelas, carência, intervalos, datas fixas e percentuais. Escolha o tipo somente depois de transformar a política comercial em uma regra objetiva.</li>



<li><strong>Acesse a MATA360 e clique em Incluir.</strong> Confirme se o usuário possui permissão para cadastrar ou alterar condições e se está na empresa e filial corretas.</li>



<li><strong>Defina um código e uma descrição claros.</strong> Adote um padrão que ajude a identificar a regra, mas lembre-se de que, no tipo 2, o código participa do cálculo e não pode ser escolhido livremente.</li>



<li><strong>Selecione o Tipo e preencha o campo Cond. Pagto.</strong> Informe a sintaxe correspondente no E4_COND. Revise também os demais campos aplicáveis, como os tratamentos de impostos e componentes financeiros existentes no cadastro.</li>



<li><strong>Salve e utilize a simulação da condição.</strong> Teste várias datas-base e valores, não apenas um cenário. Confira quantidade de títulos, vencimentos, percentuais, arredondamentos e o tratamento de impostos.</li>



<li><strong>Valide a operação completa em homologação.</strong> Inclua um documento de compra ou venda representativo, gere o processo até o Financeiro e confira os títulos nas tabelas e rotinas correspondentes.</li>



<li><strong>Documente e publique de forma controlada.</strong> Registre a justificativa, os exemplos testados, a data da alteração e os responsáveis. Só depois replique a configuração em produção.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Atenção:</strong> não altere uma condição já utilizada em produção sem análise de impacto. Dependendo do processo e das customizações, a mudança pode afetar novas operações que ainda usam o mesmo código. Quando necessário, crie uma nova condição e planeje a substituição.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher o tipo correto</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Necessidade</strong></td><td><strong>Tipo mais provável</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>Prazos simples como à vista, 30 e 60 dias</td><td><strong>Tipo 1</strong></td></tr><tr><td>Parcelas regulares com carência inicial</td><td><strong>Tipo 5</strong></td></tr><tr><td>Vencimentos em dias fixos do mês</td><td><strong>Tipo 3</strong></td></tr><tr><td>Vencimentos em determinado dia da semana</td><td><strong>Tipo 4 ou 6</strong></td></tr><tr><td>Calendário fixo ao longo do ano</td><td><strong>Tipo 7</strong></td></tr><tr><td>Percentuais diferentes por parcela</td><td><strong>Tipo 8</strong></td></tr><tr><td>Datas e valores definidos caso a caso na venda</td><td><strong>Tipo 9</strong></td></tr><tr><td>Combinação de regras com rateio</td><td><strong>Tipo B</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Essa associação é um ponto de partida, não uma substituição da simulação. Parâmetros, campos adicionais e customizações podem alterar o resultado do cálculo no ambiente da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Erros comuns na configuração</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confundir condição e forma de pagamento.</strong> Isso leva a procurar no MATA360 uma configuração que pertence a outro cadastro ou processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Usar o tipo 1 para regras recorrentes muito longas.</strong> Embora funcione, o cadastro fica mais difícil de manter; o tipo 5 pode representar melhor uma carência seguida de intervalos regulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ignorar que o código compõe a fórmula do tipo 2.</strong> Um código criado apenas por convenção pode gerar vencimentos totalmente diferentes do esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não testar o avanço de datas nos tipos 3, 4, 6 e 7.</strong> A regra pode mover o vencimento para a próxima data válida e alterar a projeção de caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cadastrar percentuais do tipo 8 que não totalizam 100%.</strong> A quantidade de percentuais também deve corresponder à quantidade de prazos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Deixar parcelas incompletas no tipo 9.</strong> Além do risco de títulos incorretos, o comportamento de validação depende do MV_TIPO9SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Criar tipo B com rateio diferente de 100%.</strong> Também é necessário verificar o MV_AGLDUPB quando houver vencimentos coincidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Simular impostos fora do valor total.</strong> Quando a condição separa impostos como IPI ou ICMS solidário, a TOTVS orienta que os valores sejam considerados no total informado na simulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Testar somente uma data e um valor.</strong> Uma condição aparentemente correta pode falhar em viradas de mês, dias da semana, percentuais decimais ou cenários com impostos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Checklist antes de liberar a condição</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A regra comercial foi documentada e aprovada?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo escolhido representa a regra com o menor nível de intervenção manual?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Código, descrição, tipo e E4_COND estão coerentes?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A simulação foi realizada com diferentes datas-base e valores?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram conferidos vencimentos, percentuais, arredondamentos e impostos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo completo foi testado em homologação até a geração dos títulos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parâmetros como MV_TIPO9SP ou MV_AGLDUPB foram avaliados quando aplicáveis?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alteração está documentada e possui plano de implantação e reversão?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a rotina MATA360 no Protheus?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É a rotina utilizada para cadastrar e manter condições de pagamento. Nela são definidos código, descrição, tipo e regra de cálculo, entre outros campos aplicáveis ao processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual tipo usar para 30, 60 e 90 dias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para prazos explícitos contados da data-base, normalmente utiliza-se o tipo 1 com E4_COND = 30,60,90. Se houver uma parcela à vista, a regra pode ser 0,30,60.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é a diferença entre os tipos 1 e 5?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No tipo 1, cada vencimento é informado individualmente como deslocamento da data-base. No tipo 5, informa-se o primeiro vencimento, a quantidade de parcelas e o intervalo recorrente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como criar parcelas com valores diferentes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo 8 permite associar prazos a percentuais diferentes. Os percentuais devem totalizar 100% e corresponder à quantidade de prazos informada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando utilizar o tipo 9?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando nenhuma regra automática atender à negociação e for necessário informar datas e valores manualmente no pedido ou orçamento de venda. Por depender de preenchimento manual, ele exige controles adicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É seguro alterar uma condição já usada?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alteração deve ser avaliada em homologação e documentada. Em muitos casos, criar um novo código é mais seguro do que modificar uma regra que continua sendo utilizada em processos ativos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As condições de pagamento no Protheus não são apenas um cadastro administrativo. Elas transformam a negociação comercial em vencimentos e valores que serão levados ao Financeiro e, por isso, afetam diretamente o fluxo de caixa, a cobrança, o pagamento a fornecedores e a qualidade dos dados da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A melhor configuração é aquela que representa a política da empresa com clareza, reduz intervenção manual e pode ser comprovada por simulações e testes de ponta a ponta. Tipos simples, como 1 e 5, atendem grande parte dos parcelamentos recorrentes; tipos como 7, 8, 9 e B devem ser utilizados quando a complexidade do negócio realmente justificar os controles adicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sua empresa precisa revisar cadastros, parâmetros ou integrações financeiras, a <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-protheus/"><strong>consultoria TOTVS Protheus do Grupo Adere</strong></a> pode apoiar o diagnóstico, a parametrização, os testes e a documentação do ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Rubricas de Férias e Crédito do Trabalhador (eSocial S-1.3)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guto Komezo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TOTVS RM]]></category>
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					<description><![CDATA[Adequações no TOTVS RM: Folha de Pagamento Panorama legal, obrigações, prazos e o apoio da Adere Gestão de Negócios Contexto: o que está mudando no eSocial e por que O ano de 2026 marca duas transformações relevantes para os departamentos de Folha de Pagamento e Recursos Humanos no Brasil, ambas com impacto direto sobre a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Adequações no TOTVS RM: Folha de Pagamento</strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Panorama legal, obrigações, prazos e o apoio da Adere Gestão de Negócios</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contexto: o que está mudando no eSocial e por que</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2026 marca duas transformações relevantes para os departamentos de Folha de Pagamento e Recursos Humanos no Brasil, ambas com impacto direto sobre a parametrização do TOTVS RM. A primeira é a extinção da DIRF e a consolidação das informações no eSocial (leiaute S-1.3), com novas naturezas de rubricas de férias no eSocial. A segunda são as novas regras do Programa Crédito do Trabalhador, que passam a exigir integração obrigatória entre o Portal Emprega Brasil, o eSocial e o FGTS Digital, inclusive via API/Middleware.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois temas convergem para um mesmo objetivo do governo: eliminar redundâncias entre obrigações acessórias e aumentar a precisão do cruzamento eletrônico de dados entre Receita Federal, Previdência Social e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Base legal e documentação oficial</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças estão amparadas nas seguintes normas e publicações oficiais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manual de Orientação do eSocial (MOS), versão S-1.3, consolidado até a Nota Orientativa 07/2026 e aprovado pela Portaria Conjunta RFB/MPS/MTE nº 13, de 25/06/2024 (DOU de 28/06/2024). Disponível em gov.br/esocial.</li>



<li>Nota Técnica S-1.3 nº 04/2025, revisada em 26/08/2025: criou as naturezas de rubrica 1015 (Adiantamento de Férias), 1799 e 1811, e alterou a descrição das naturezas 1016 e 1017. A obrigatoriedade foi adiada para 1º de janeiro de 2026, embora as atualizações técnicas já estivessem disponíveis em produção desde 29/08/2025.</li>



<li>Nota Técnica S-1.3 nº 06/2026, revisada em 09/04/2026: trouxe ajustes no leiaute que afetam eventos de folha de pagamento, vínculos, desligamentos e processos trabalhistas.</li>



<li>Lei nº 15.179/2025, que reformulou as regras do crédito consignado para trabalhadores do setor privado, complementando a Lei nº 10.820/2003, base normativa do Programa Crédito do Trabalhador.</li>



<li>Portaria do MTE em vigor desde 23/06/2026, com novas regras de garantia: até 35% das verbas rescisórias, até 10% do saldo de FGTS e até 100% da multa rescisória de FGTS podem ser usados como garantia em operações de crédito consignado.</li>



<li>Manual de Orientação do Empregador – Crédito do Trabalhador, versão 2.1, publicado pelo MTE em 26/06/2026.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda tecnicamente: rubricas de férias no eSocial</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Até 31/12/2025, o eSocial tratava o adiantamento de férias e o pagamento de férias gozadas sob as mesmas naturezas de rubrica (1016 e 1017), o que gerava ambiguidade na tributação. A partir de 01/01/2026, o cenário passa a ser o seguinte:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Rubrica</strong></td><td><strong>Natureza até 2025</strong></td><td><strong>Natureza a partir de 2026</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>1015 – Adiantamento de férias</td><td>Não existia</td><td>Valor do adiantamento da remuneração de férias, inclusive o terço constitucional</td></tr><tr><td>1016 – Férias</td><td>Incluía o adiantamento</td><td>Passa a se referir apenas à remuneração devida na época da concessão das férias</td></tr><tr><td>1017 – Terço constitucional de férias</td><td>Incluía o adiantamento</td><td>Passa a se referir apenas ao terço constitucional devido na concessão das férias</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o cliente precisa criar novos eventos e verbas no cadastro do TOTVS RM (grupo &#8220;Antecipação de Férias&#8221; e &#8220;Envelope de Pagamento&#8221;, aba eSocial), substituindo o antigo De-Para que era feito em Configurações | Parametrizador | eSocial, nas telas 6/7 e 7/7, hoje descontinuadas. É preciso também revisar os eventos já existentes na base, conferindo Natureza de Rubrica, CodIncCP, CodIncIRRF e CodIncFGTS, e rodar o processo &#8220;Conversor do Parametrizador dos Eventos de Férias&#8221; para vincular automaticamente as novas rubricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, resta atualizar a competência (tag iniValid) das rubricas na Fila de Eventos S-1010 e retificar mês a mês, desde a competência 01/2026 até a competência anterior à atual: reabrir a folha, excluir o S-1210 e retificar os eventos S-1200, S-2299 e S-2399. Antes de qualquer virada em produção, os cálculos de INSS, FGTS e IRRF sobre férias devem ser testados em ambiente de homologação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ATENÇÃO: o próprio <a href="https://centraldeatendimento.totvs.com/hc/pt-br/articles/360041176633-TC-AC-TDN-O-que-%C3%A9-o-TDN-a-%C3%A1rea-de-documenta%C3%A7%C3%A3o-da-TOTVS" target="_blank" rel="noopener">TDN da TOTVS</a> trata este processo como fase piloto, com previsão de publicação para todos os clientes em 19/06/2026. Vale confirmar com a Adere qual patch ou versão do RM já contempla essas telas antes de iniciar a parametrização.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O fim da DIRF e o novo modelo de prestação de informações de IRRF</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita Federal extinguiu a DIRF. A última declaração entregue foi referente ao ano-calendário de 2024, transmitida em fevereiro de 2025, e não existe mais &#8220;DIRF 2026&#8221;: o ciclo se encerrou de vez. As informações de imposto de renda retido passaram a ser consolidadas mensalmente, com os eventos S-1200, S-1202, S-1207, S-2299 e S-2399 carregando os dados de remuneração e retenção. O evento S-1210 concentra as informações complementares de IRRF, como dependentes, pensão alimentícia e deduções, e o S-2501 declara tributos apurados em processos trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança aumenta a criticidade da parametrização de rubricas de férias. Um erro de natureza ou incidência não é mais absorvido por uma declaração anual de ajuste: ele reflete diretamente, mês a mês, no informe de rendimentos do trabalhador e no cruzamento eletrônico da Receita Federal, podendo levar o próprio empregado à malha fina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programa Crédito do Trabalhador: integração via API</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Crédito do Trabalhador é o programa federal de consignado para empregados com carteira assinada, com desconto direto em folha. É regulado pela Lei 15.179/2025 e funciona pela integração entre Portal Emprega Brasil, eSocial e FGTS Digital, com apoio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Manual de Orientação do Empregador (versão 2.1, 26/06/2026), cabe ao empregador consultar as informações dos contratos averbados, escriturar corretamente os valores no eSocial, gerar e pagar as guias dentro dos prazos legais e observar as regras específicas conforme o tipo de empregador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças recentes relevantes (2026)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 23/06/2026, o trabalhador pode oferecer garantias via CTPS Digital e canais bancários, o que permite usar até 35% das verbas rescisórias, até 10% do saldo do FGTS e até 100% da multa rescisória do FGTS como garantia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova Portaria, também em vigor desde 26/06/2026, trouxe um fluxo obrigatório de três etapas antes de qualquer rescisão: consultar as garantias autorizadas pelo trabalhador no Portal Emprega Brasil, integrar essas informações ao sistema de folha para gerar corretamente os descontos e transmitir ao eSocial, e recolher via FGTS Digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração via API/Middleware, que substitui a importação manual de arquivo do Portal Emprega Brasil, já está disponível no TOTVS RM/Protheus. Ela automatiza a busca de empréstimos e reduz o risco de erro humano, algo especialmente relevante depois das falhas técnicas já registradas pela Dataprev na publicação de arquivos, como o reprocessamento da competência 02/2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Risco operacional: </strong>uma informação incorreta na folha impacta diretamente o lançamento no eSocial e, na sequência, o recolhimento das parcelas às instituições financeiras, com possível responsabilização do empregador perante o trabalhador e o agente financeiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Punições e riscos em caso de não conformidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O eSocial unificou o envio das informações, mas não unificou as penalidades. Um único erro pode gerar autuação simultânea pela Receita Federal, pela Previdência e pelo Ministério do Trabalho. Os principais riscos identificados em fontes oficiais e especializadas estão resumidos a seguir:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Situação</strong></td><td><strong>Penalidade</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>Atraso na entrega da EFD-Reinf</td><td>Multa de 2% ao mês sobre os tributos informados (mesmo já quitados), limitada a 20%</td></tr><tr><td>Informações incorretas/omissas na EFD-Reinf</td><td>Até 3% do valor das transações declaradas incorretamente, sem limite máximo, além de R$ 20,00 a cada 10 grupos de dados incorretos (mínimo R$ 500,00)</td></tr><tr><td>Não entrega/atraso — pessoa jurídica em geral</td><td>R$ 1.500,00 por mês; R$ 500,00 por mês para optantes do Simples Nacional</td></tr><tr><td>Dados previdenciários incorretos ou omitidos no eSocial</td><td>De R$ 636,17 a R$ 63.617,35, conforme gravidade e porte do empregador</td></tr><tr><td>Falhas em registros trabalhistas (admissão, remuneração, alterações contratuais)</td><td>R$ 402,53 por empregado, podendo dobrar se identificado primeiro pela fiscalização</td></tr><tr><td>Divergências entre eSocial, EFD-Reinf e MIT/DCTFWeb</td><td>Bloqueio de emissão de CND, MAED de R$ 200 a R$ 500, multa de 2% ao mês (limitada a 20%) e intimações com prazos curtos</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Além do risco financeiro direto, há um risco reputacional e operacional relevante: erros de parametrização de férias em 2026 já contaminam, mês a mês, o informe de rendimentos do trabalhador, podendo gerar reclamações trabalhistas, questionamentos sindicais e desgaste na relação com colaboradores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prazos que a empresa não pode perder</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>19/06/2026: previsão de disponibilização geral, fim da fase piloto, da adequação de rubricas de férias no TOTVS RM, segundo o TDN.</li>



<li>01/01/2026: marco de obrigatoriedade das novas naturezas de rubrica (1015, 1016, 1017) para competências a partir dessa data. Quem ainda não ajustou precisa retificar mês a mês desde então.</li>



<li>Todo mês: transmissão da EFD-Reinf até o dia 15 do mês subsequente, antecipada se cair em fim de semana ou feriado.</li>



<li>Todo mês: DCTFWeb, com cruzamento automático entre eSocial, EFD-Reinf e MIT.</li>



<li>A partir de 23/06/2026: consulta de garantias no Portal Emprega Brasil passa a ser obrigatória antes de qualquer rescisão com empréstimo consignado ativo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a empresa precisa ajustar, na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista de sistema, é preciso atualizar o ambiente TOTVS RM (via RM.Atualizador) para a versão que traz a nova aba eSocial no cadastro de eventos e conceder as permissões de perfil correspondentes (processos 09.03.02.11 e 09.05.16) aos usuários responsáveis pela folha. Em seguida, criar ou revisar os eventos e verbas conforme o De-Para indicado pela TOTVS, cobrindo Antecipação de Férias e Envelope de Pagamento (Provento e Desconto), e rodar o Conversor do Parametrizador dos Eventos de Férias para vincular as rubricas automaticamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista fiscal, resta atualizar a competência dos eventos S-1010 na Fila de Eventos e retificar as competências retroativas, de 01/2026 até o mês anterior ao atual, para as folhas já fechadas sob a regra antiga. Antes de qualquer virada em produção, vale testar tudo em homologação, conferindo os cálculos de INSS, FGTS e IRRF sobre férias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Crédito do Trabalhador, a empresa deve configurar e validar a integração via API (TAF ou Middleware), habilitando o job correspondente e testando a sincronização com o Portal Emprega Brasil, além de revisar o fluxo de rescisão para incluir a consulta obrigatória de garantias antes do cálculo da verba rescisória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Adere apoia sua empresa nesse processo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Adere Gestão de Negócios atua como especialista em <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-rm/" data-type="page" data-id="497">TOTVS RM</a> e acompanha o cliente em toda a transição: análise das parametrizações atuais e identificação de pontos de atenção, configuração das novas funcionalidades e eventos necessários (rubricas, De-Para, integrações via API/Middleware), revisão dos eventos, rubricas e incidências já existentes na base, testes completos em homologação antes da virada em produção, suporte durante a implantação e nos primeiros fechamentos de folha sob a nova regra, e orientação técnica para o uso correto dos novos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o fim da fase piloto previsto para 19/06/2026 e a necessidade de retificação retroativa desde 01/2026, o ideal é não deixar para a última hora. Um diagnóstico antecipado evita acúmulo de retificações, reduz a exposição a multas e garante mais tranquilidade no fechamento da folha e na conformidade com o Crédito do Trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Configurador de Tributos Protheus: guia completo do FISA170</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guto Komezo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Protheus]]></category>
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					<description><![CDATA[A gestão tributária no Brasil exige cada vez mais precisão na parametrização dos sistemas de gestão. No TOTVS Protheus, o Configurador de Tributos, rotina FISA170, foi desenvolvido justamente para tornar a definição e manutenção das regras fiscais mais flexível e centralizada. Em vez de depender exclusivamente de configurações distribuídas em cadastros como a TES, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A gestão tributária no Brasil exige cada vez mais precisão na parametrização dos sistemas de gestão. No TOTVS Protheus, o <strong>Configurador de Tributos, rotina FISA170</strong>, foi desenvolvido justamente para tornar a definição e manutenção das regras fiscais mais flexível e centralizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de depender exclusivamente de configurações distribuídas em cadastros como a TES, o Configurador permite combinar diferentes elementos de uma operação fiscal como produto, cliente ou fornecedor, origem e destino, CFOP, base de cálculo e alíquota para determinar como cada tributo deve ser calculado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa estrutura ganhou ainda mais importância com a <strong>Reforma Tributária</strong>, já que o Configurador de Tributos também é utilizado nas adequações do Protheus para novos tributos como <strong>IBS e CBS</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você vai entender como funciona o Configurador de Tributos Protheus, quais são seus principais componentes, como estruturar regras fiscais e quais cuidados são importantes para utilizar a ferramenta de forma segura e eficiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Configurador de Tributos Protheus?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Configurador de Tributos é uma rotina do módulo fiscal do TOTVS Protheus que permite construir regras tributárias a partir de diferentes características das operações realizadas pela empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na documentação oficial, a TOTVS define o FISA170 como uma rotina que reúne elementos como <strong>estado de origem e destino, produtos, clientes, fornecedores e CFOPs</strong>, permitindo que os componentes do cálculo sejam configurados individualmente e posteriormente combinados em regras fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso proporciona maior flexibilidade para tratar diferentes cenários tributários sem concentrar toda a lógica fiscal em uma única configuração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Configurador pode ser utilizado em cálculos relacionados a tributos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ICMS;</li>



<li>ICMS-ST;</li>



<li>IPI;</li>



<li>ISS;</li>



<li>PIS;</li>



<li>COFINS;</li>



<li>DIFAL;</li>



<li>FECP;</li>



<li>retenções;</li>



<li>IBS;</li>



<li>CBS;</li>



<li>entre outros cenários tributários suportados pelo Protheus.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A disponibilidade e a configuração de cada cenário dependem da release do Protheus, das atualizações aplicadas e das características fiscais da operação. A TOTVS informa que os recursos do FISA170 estão disponíveis desde a release 12.1.2210.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o Configurador de Tributos é importante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma parametrização fiscal incorreta pode provocar problemas que vão muito além do cálculo errado de um imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma regra mal configurada pode impactar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cálculo dos tributos;</li>



<li>escrituração fiscal;</li>



<li>CST e demais classificações tributárias;</li>



<li>informações dos documentos fiscais;</li>



<li>apuração dos impostos;</li>



<li>geração de títulos financeiros;</li>



<li>contabilização;</li>



<li>obrigações acessórias.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a gestão das regras tributárias precisa considerar não apenas a alíquota de determinado imposto, mas <strong>todo o contexto da operação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse ponto que o Configurador de Tributos Protheus se diferencia: ele permite estabelecer condições específicas para determinar quando uma regra deve ou não ser aplicada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como acessar o Configurador de Tributos no Protheus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Configurador de Tributos no Protheus é identificado pela rotina <strong>FISA170</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da estrutura de menus e das permissões existentes no ambiente Protheus, o acesso pode ser realizado pelo módulo <strong>Livros Fiscais</strong>, na área destinada aos facilitadores e ao Configurador de Tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O usuário também precisa possuir as permissões necessárias para acessar e alterar as configurações fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a opção não esteja disponível no menu, é importante verificar a configuração do ambiente, a release utilizada e as permissões atribuídas ao usuário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a configuração de tributos no FISA170</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais importantes para compreender o Configurador de Tributos é entender que uma regra fiscal normalmente não se resume a informar um imposto e sua respectiva alíquota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FISA170 utiliza diferentes <strong>perfis e regras</strong>, que são combinados para definir o comportamento tributário de uma operação. A documentação da TOTVS demonstra essa estrutura em diferentes exemplos oficiais de ICMS, IPI, ISS e outros tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais elementos estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cadastro do tributo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É a identificação do tributo que fará parte da regra fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dele, o sistema consegue relacionar os demais componentes necessários para determinar cálculo, incidência, escrituração e demais comportamentos fiscais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Perfil de produto</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O perfil de produto permite definir quais produtos ou grupos de produtos estarão sujeitos a determinada regra tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso evita a necessidade de criar uma regra independente para cada item quando diversos produtos compartilham o mesmo tratamento tributário.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Perfil de participante</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Determina quais clientes ou fornecedores estarão relacionados à regra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível, por exemplo, criar tratamentos tributários diferentes de acordo com características do participante envolvido na operação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Perfil de origem e destino</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse perfil permite considerar a origem e o destino da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa informação é especialmente relevante para tributos nos quais a localização dos envolvidos altera a forma de cálculo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Perfil de operação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O perfil de operação ajuda a determinar em quais tipos de movimentação a regra deverá ser utilizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CFOP é um dos elementos relevantes nessa identificação. A TOTVS destaca sua importância inclusive na interação entre o Configurador de Tributos e a TES.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Regra de base de cálculo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Determina como será formada a base utilizada para o cálculo do tributo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da operação, a base pode ser simples ou envolver reduções, acréscimos, exclusões ou fórmulas específicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Regra de alíquota</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Define qual alíquota será aplicada quando as condições da regra forem atendidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa estrutura possibilita criar tratamentos diferentes de acordo com produto, operação, participante, origem, destino e demais condições previamente estabelecidas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Regra de escrituração</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Controla informações utilizadas na escrituração fiscal da operação, como incidências e classificações necessárias para o tratamento adequado do tributo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Regra de cálculo do documento fiscal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, os diferentes componentes são relacionados em uma regra que determina efetivamente como o tributo será calculado quando determinada operação ocorrer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A TOTVS também possui mecanismos de status para regras de cálculo, permitindo mantê-las em teste antes de sua aprovação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exemplo: configuração de ICMS no Configurador de Tributos Protheus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine uma empresa que precisa calcular ICMS em uma determinada operação de venda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de simplesmente cadastrar uma alíquota de ICMS, a configuração pode considerar:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>o tributo que será calculado;</li>



<li>os produtos envolvidos;</li>



<li>o cliente;</li>



<li>o estado de origem e destino;</li>



<li>o CFOP da operação;</li>



<li>a formação da base de cálculo;</li>



<li>a alíquota aplicável;</li>



<li>as informações de escrituração;</li>



<li>a regra que relacionará todas essas condições.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um documento fiscal é processado, o Protheus analisa os perfis relacionados à operação para identificar quais regras devem ser aplicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse modelo permite lidar com situações muito mais específicas do que uma parametrização baseada exclusivamente em uma alíquota fixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na documentação oficial de configuração do ICMS próprio, por exemplo, a TOTVS apresenta uma estrutura envolvendo tributo, perfil de produto, perfil de participante, regra de base de cálculo, regra de alíquota e demais componentes do FISA170.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a relação entre TES e Configurador de Tributos Protheus?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>TES — Tipo de Entrada e Saída —</strong> continua sendo um cadastro importante dentro do Protheus, mas o Configurador de Tributos vem assumindo uma parcela cada vez maior da lógica responsável pelos cálculos fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em determinados cenários configurados pelo FISA170, a regra definida no Configurador pode inclusive se sobrepor às definições de cálculo existentes na TES. A TOTVS demonstra esse comportamento, por exemplo, em sua documentação de cálculo de IPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa, entretanto, que a TES simplesmente deixa de ser utilizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns elementos continuam participando da integração entre os processos do Protheus. O <strong><a href="https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislacao/Tributaria/Documents/Legislacao/Tabelas/CFOP.htm" target="_blank" rel="noopener">CFOP</a></strong>, por exemplo, permanece particularmente relevante na identificação das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A TOTVS informou em documentação atualizada em julho de 2026 que está conduzindo a evolução das operações fiscais em direção ao Configurador de Tributos, reforçando a importância da migração das regras fiscais para essa nova estrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, empresas que ainda concentram grande parte de sua lógica tributária na TES devem avaliar cuidadosamente sua estratégia de evolução do ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Configurador de Tributos Protheus e a Reforma Tributária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária tornou o FISA170 ainda mais importante dentro do ecossistema Protheus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As adequações disponibilizadas pela TOTVS contemplam o Configurador de Tributos e configurações relacionadas aos novos <strong>IBS e CBS</strong>, além das mudanças necessárias na geração dos documentos fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Configurador também possui estruturas específicas relacionadas às novas classificações tributárias. Entre elas está a possibilidade de importar a tabela <strong>cClassTrib IBS/CBS</strong>, utilizada nas novas regras previstas para esses tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que a migração para o Configurador de Tributos não deve ser vista apenas como uma melhoria operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também faz parte da preparação dos ambientes Protheus para o novo modelo tributário brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que utilizam Protheus precisam, portanto, acompanhar simultaneamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>atualizações do ERP;</li>



<li>pacotes disponibilizados pela TOTVS;</li>



<li>notas técnicas dos documentos fiscais;</li>



<li>novas tabelas tributárias;</li>



<li>configurações de IBS e CBS;</li>



<li>regras existentes de ICMS, IPI, PIS, COFINS e demais tributos;</li>



<li>impactos da transição entre o modelo atual e o novo sistema tributário.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Erros comuns ao utilizar o Configurador de Tributos Protheus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A flexibilidade do FISA170 também aumenta a necessidade de uma parametrização cuidadosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os erros que merecem atenção estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Criar regras sem considerar todos os perfis envolvidos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Produto, participante, operação, origem e destino podem alterar completamente o resultado do cálculo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma regra aparentemente correta pode não ser aplicada se algum desses perfis estiver incompatível com a operação realizada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ignorar o CFOP da operação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o cálculo transferido para o Configurador de Tributos, o CFOP continua sendo um elemento importante na identificação da operação fiscal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alterar regras diretamente sem realizar testes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças tributárias podem afetar diversas operações simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, alterações devem ser validadas antes de serem promovidas ao ambiente produtivo. O próprio Protheus possui mecanismo para trabalhar com regras em status de teste antes da aprovação definitiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Considerar que uma atualização do sistema atualiza automaticamente toda a parametrização fiscal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Atualizar o Protheus é essencial, mas isso não elimina a necessidade de revisar as regras específicas da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças legais podem exigir atualização de pacotes, tabelas, cadastros e parametrizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa deve acompanhar tanto a legislação quanto a documentação e os pacotes disponibilizados pela TOTVS.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Boas práticas para utilizar o Configurador de Tributos Protheus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir riscos na parametrização fiscal, algumas práticas são recomendadas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Documente as regras existentes.</strong><br>Mantenha registro dos critérios utilizados para cada tributo e cenário fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Padronize os perfis.</strong><br>Uma estrutura organizada de perfis de produto, participante e operação facilita a manutenção futura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evite regras duplicadas ou conflitantes.</strong><br>Antes de criar uma nova configuração, verifique se já existe uma regra atendendo ao mesmo cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Utilize ambiente de homologação.</strong><br>Alterações tributárias devem ser testadas antes de chegar ao ambiente produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Simule diferentes operações.</strong><br>Não valide apenas um documento. Teste combinações de produtos, clientes, fornecedores, estados e CFOPs que possam acionar comportamentos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Revise as regras periodicamente.</strong><br>Mudanças fiscais e alterações nos processos internos podem tornar configurações antigas inadequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mantenha o Protheus atualizado.</strong><br>Isso se tornou especialmente importante diante das mudanças relacionadas à Reforma Tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber se sua empresa precisa revisar o Configurador de Tributos Protheus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sinais indicam que vale a pena realizar uma revisão do ambiente fiscal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>grande quantidade de regras concentradas na TES;</li>



<li>dificuldade para entender de onde determinado cálculo está vindo;</li>



<li>divergências tributárias recorrentes;</li>



<li>regras fiscais duplicadas;</li>



<li>muitas exceções criadas ao longo dos anos;</li>



<li>mudanças frequentes realizadas diretamente em produção;</li>



<li>ambiente ainda não preparado para IBS e CBS;</li>



<li>ausência de documentação das regras fiscais;</li>



<li>dependência de poucas pessoas que conhecem as parametrizações existentes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, revisar o FISA170 pode contribuir não apenas para corrigir problemas atuais, mas também para tornar o ambiente mais preparado para futuras alterações tributárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Configurador de Tributos Protheus (FISA170)</strong> representa uma evolução importante na forma como as regras fiscais são estruturadas dentro do ERP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua principal vantagem está na possibilidade de separar e combinar diferentes componentes da operação — como produtos, participantes, origem e destino, CFOP, base de cálculo, alíquota e escrituração — criando regras mais flexíveis e aderentes à realidade tributária das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, essa flexibilidade exige planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma implantação eficiente deve envolver revisão das regras existentes, padronização dos perfis, testes em ambiente de homologação, acompanhamento das atualizações da TOTVS e validação constante da legislação aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a implementação da Reforma Tributária e a entrada de <strong>IBS e CBS</strong>, essa revisão se torna ainda mais relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que simplesmente parametrizar impostos, o desafio agora é construir uma estrutura tributária dentro do Protheus que seja <strong>organizada, rastreável e preparada para as mudanças dos próximos anos</strong>.<br><br>O Grupo Adere possui profissionais com mais de 25 anos de experiência nas soluções TOTVS <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-protheus/" data-type="page" data-id="434">Protheus</a>, <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-rm/" data-type="page" data-id="497">RM </a>e <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-fluig/" data-type="page" data-id="499">Fluig</a>. Fale com a nossa equipe para deixar seu sistema em conformidade com as regras mais atuais.</p>
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		<title>Como usar Fluig para gestão de documentos na empresa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guto Komezo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fluig]]></category>
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					<description><![CDATA[Contratos espalhados em pastas, procedimentos desatualizados, documentos enviados por e-mail e arquivos com nomes como “final”, “final 2” e “final agora vai”. Esse cenário ainda é comum em empresas que cresceram sem estruturar adequadamente sua gestão documental. O TOTVS® Fluig ajuda a substituir esse modelo descentralizado por um ambiente no qual os documentos podem ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Contratos espalhados em pastas, procedimentos desatualizados, documentos enviados por e-mail e arquivos com nomes como “final”, “final 2” e “final agora vai”. Esse cenário ainda é comum em empresas que cresceram sem estruturar adequadamente sua gestão documental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TOTVS® Fluig ajuda a substituir esse modelo descentralizado por um ambiente no qual os documentos podem ser armazenados, classificados, versionados, aprovados e acessados de acordo com regras previamente definidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática, usar o Fluig para gestão de documentos significa centralizar os arquivos da empresa em um repositório controlado e conectar cada documento ao seu ciclo de criação, aprovação, publicação, revisão e expiração.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma reúne recursos de ECM — Enterprise Content Management — que permitem compartilhar, controlar e acessar documentos, além de integrar essa gestão aos processos, formulários, portais e sistemas utilizados pela organização.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>O que é a gestão de documentos no Fluig?</a></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de documentos no Fluig é realizada principalmente por meio do módulo ECM, responsável por organizar e controlar o conteúdo corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de uma pasta compartilhada convencional, na qual os arquivos são apenas armazenados, o ECM acrescenta regras e informações ao redor de cada documento. Entre os recursos disponíveis estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Organização por pastas e taxonomias;</li>



<li>Controle de versões e revisões;</li>



<li>Aprovação antes da publicação;</li>



<li>Permissões de acesso por usuário, grupo ou papel;</li>



<li>Definição de validade e expiração;</li>



<li>Histórico de aprovação e atualização;</li>



<li>Marca d’água e cópia controlada;</li>



<li>Lista mestra de documentos;</li>



<li>Busca e indexação de conteúdo;</li>



<li>Integração com workflows e outros sistemas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação oficial também destaca recursos como visualização de arquivos, notificações de vencimento, recuperação de versões anteriores e acesso pelo aplicativo My Fluig.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o Fluig pode funcionar como uma fonte central de informação para políticas, contratos, procedimentos, manuais, instruções de trabalho, documentos de qualidade, arquivos de projetos e outros conteúdos importantes para a operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Qual é a diferença entre armazenar e gerenciar documentos?</a></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Armazenar um documento significa saber em qual pasta ele está.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerenciar um documento significa também saber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem pode consultá-lo;</li>



<li>Quem pode alterá-lo;</li>



<li>Qual é a versão válida;</li>



<li>Quem aprovou sua publicação;</li>



<li>Quando ele precisa ser revisado;</li>



<li>Quais versões anteriores existiram;</li>



<li>Em quais processos ele é utilizado;</li>



<li>Quem visualizou ou imprimiu o conteúdo;</li>



<li>O que deve acontecer quando sua validade terminar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença é importante porque muitos problemas documentais não são causados pela ausência do arquivo, mas pela falta de controle sobre ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma empresa pode ter todos os seus procedimentos armazenados e, mesmo assim, permitir que colaboradores consultem instruções obsoletas. Da mesma forma, pode possuir todos os contratos digitalizados, mas não perceber que um deles está próximo do vencimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse ponto que o Fluig deixa de ser apenas um repositório de arquivos e passa a apoiar a governança da informação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Como usar o Fluig para gestão de documentos?</a></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação deve começar antes da publicação dos primeiros arquivos. Para que a gestão documental funcione, é necessário definir uma estrutura coerente com os processos e as responsabilidades da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>1. Mapeie os documentos da organização</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é identificar quais documentos precisam ser controlados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse levantamento pode ser feito por área, processo ou categoria. Alguns exemplos são:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recursos Humanos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Políticas internas;</li>



<li>Manuais do colaborador;</li>



<li>Modelos de documentos;</li>



<li>Procedimentos de admissão;</li>



<li>Termos e comunicados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Financeiro e controladoria</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Políticas de pagamento;</li>



<li>Documentos de auditoria;</li>



<li>Relatórios;</li>



<li>Comprovantes;</li>



<li>Normas de aprovação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compras</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cotações;</li>



<li>Propostas de fornecedores;</li>



<li>Contratos;</li>



<li>Pedidos;</li>



<li>Documentos de homologação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jurídico</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contratos;</li>



<li>Procurações;</li>



<li>Atas;</li>



<li>Pareceres;</li>



<li>Termos de confidencialidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qualidade</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Procedimentos operacionais;</li>



<li>Instruções de trabalho;</li>



<li>Formulários;</li>



<li>Políticas;</li>



<li>Registros de revisão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo não deve ser simplesmente transferir todas as pastas existentes para o Fluig. Antes da migração, é recomendável eliminar duplicidades, identificar documentos obsoletos e definir quais conteúdos realmente precisam ser mantidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>2. Defina uma taxonomia documental</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A taxonomia determina como os documentos serão classificados e encontrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estrutura baseada apenas no nome dos departamentos pode funcionar inicialmente, mas tende a se tornar limitada à medida que o volume de arquivos aumenta. Dependendo da operação, os documentos também podem ser classificados por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Unidade;</li>



<li>Processo;</li>



<li>Tipo documental;</li>



<li>Cliente;</li>



<li>Projeto;</li>



<li>Produto;</li>



<li>Ano;</li>



<li>Nível de confidencialidade;</li>



<li>Situação;</li>



<li>Prazo de validade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig permite criar uma estrutura hierárquica de pastas e organizar o arquivamento conforme a realidade do negócio. A própria TOTVS destaca a taxonomia como uma forma de tornar o arquivamento mais lógico e reduzir o risco de documentos serem publicados no local errado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa taxonomia deve permitir que um colaborador encontre o conteúdo mesmo sem saber exatamente quem o publicou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>3. Crie pastas com regras herdáveis</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No Fluig, os documentos publicados podem herdar características da pasta em que estão armazenados, incluindo propriedades, segurança e critérios de aprovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso permite, por exemplo, criar uma pasta chamada “Políticas corporativas” na qual todo novo documento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenha um grupo específico de aprovadores;</li>



<li>Seja visível para todos os colaboradores;</li>



<li>Exija revisão periódica;</li>



<li>Siga um padrão de publicação;</li>



<li>Passe por aprovação antes de ser disponibilizado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao carregar um arquivo em uma pasta configurada, o documento pode herdar automaticamente essas definições. Esse comportamento reduz configurações manuais e ajuda a manter um padrão entre arquivos da mesma categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura deve ser desenhada com cuidado. Um excesso de pastas dificulta a navegação, enquanto uma estrutura superficial demais pode concentrar centenas de documentos no mesmo local.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>4. Padronize títulos, descrições e metadados</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O nome do arquivo não deve ser a única informação usada para identificá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É recomendável estabelecer um padrão contendo elementos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Título do documento;</li>



<li>Código interno;</li>



<li>Tipo documental;</li>



<li>Área responsável;</li>



<li>Autor;</li>



<li>Unidade;</li>



<li>Data de publicação;</li>



<li>Data de validade;</li>



<li>Classificação de confidencialidade;</li>



<li>Palavras-chave;</li>



<li>Descrição da versão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, em vez de publicar um arquivo chamado:</p>



<p class="wp-block-paragraph">procedimento_novo_final.pdf</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa pode utilizar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">POP-FIN-004 — Procedimento para aprovação de pagamentos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa padronização melhora a busca, a leitura da lista mestra e a rastreabilidade das alterações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>5. Configure permissões de acesso</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das premissas da Gestão de Documentos é que nem todo documento deve estar disponível para todos os usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig permite controlar o acesso aos recursos da plataforma e definir permissões para usuários, grupos e papéis. Dependendo da configuração, as permissões podem envolver ações como visualizar, modificar ou remover conteúdos. As regras também são refletidas no aplicativo My Fluig.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um modelo de permissões pode considerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Colaboradores com acesso apenas para leitura;</li>



<li>Responsáveis autorizados a publicar;</li>



<li>Gestores autorizados a aprovar;</li>



<li>Administradores com controle da estrutura;</li>



<li>Grupos específicos para documentos confidenciais;</li>



<li>Acesso temporário para projetos ou fornecedores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que possível, o acesso deve ser concedido por grupos e papéis, e não individualmente. Isso facilita a administração quando colaboradores mudam de função ou deixam a empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante aplicar o princípio do menor privilégio: cada usuário deve ter apenas os acessos necessários para executar suas atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig oferece controles que podem apoiar as políticas de segurança e privacidade da empresa, mas a ferramenta, isoladamente, não garante conformidade com a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">LGPD</a>. A conformidade depende de fatores como finalidade do tratamento, critérios de retenção, configuração de acessos, políticas internas e atuação dos responsáveis pela informação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>6. Crie fluxos de aprovação documental</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Determinados documentos não devem ser publicados imediatamente após o upload.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Políticas, contratos, procedimentos e instruções de trabalho podem precisar da aprovação de gestores, responsáveis técnicos, jurídico, qualidade ou diretoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Fluig, os critérios de aprovação podem ser definidos na pasta ou diretamente no documento. Quando a aprovação é configurada na pasta, os conteúdos publicados nela passam pelo fluxo estabelecido, salvo configurações específicas em subpastas. Também é possível criar diferentes níveis de aprovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um procedimento interno, por exemplo, pode seguir este fluxo:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O analista cria ou atualiza o documento;</li>



<li>O gestor da área revisa o conteúdo;</li>



<li>A área de qualidade verifica a padronização;</li>



<li>O diretor responsável realiza a aprovação final;</li>



<li>O documento é liberado para consulta.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gestao-de-documentos-no-Fluig-1024x576.png" alt="Gestão de documentos no TOTVS Fluig" class="wp-image-1151" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gestao-de-documentos-no-Fluig-1024x576.png 1024w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gestao-de-documentos-no-Fluig-300x169.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gestao-de-documentos-no-Fluig-768x432.png 768w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gestao-de-documentos-no-Fluig-1536x864.png 1536w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gestao-de-documentos-no-Fluig.png 1672w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Além de reduzir publicações indevidas, esse modelo cria um histórico de quem participou da aprovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos em que for necessária uma assinatura eletrônica ou digital, a solução deve ser configurada de acordo com o tipo de assinatura e a validade jurídica necessária. A documentação atual da TOTVS recomenda a utilização do TAE — TOTVS Assinatura Eletrônica — e informa que a antiga oferta baseada em Certisign é um recurso legado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>7. Utilize o controle de versões e revisões</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais riscos das pastas compartilhadas é a existência de várias cópias do mesmo documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o controle de versões, as alterações podem ser mantidas no histórico do próprio documento, evitando a criação de arquivos separados como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contrato final;</li>



<li>Contrato final revisado;</li>



<li>Contrato final aprovado;</li>



<li>Contrato final aprovado 2.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O versionamento permite identificar qual conteúdo está em vigor e consultar versões anteriores quando necessário. Esse recurso é especialmente relevante para documentos técnicos, procedimentos, políticas e projetos que passam por alterações frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que esse controle seja efetivo, a empresa deve definir quando uma alteração representa uma nova revisão e quando representa uma nova versão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma correção ortográfica, por exemplo, pode seguir uma regra diferente de uma mudança que altera responsabilidades, prazos ou etapas de um processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>8. Configure validade e expiração</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Contratos, certificados, procurações, licenças, normas e procedimentos podem possuir prazo de validade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig permite informar quando um documento passa a ser válido, quando expira e com quantos dias de antecedência a notificação de vencimento deve ser emitida. Para que as notificações funcionem corretamente, o recurso precisa estar configurado no ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um contrato com vencimento em 30 de setembro, por exemplo, pode gerar um alerta 60 dias antes para que o responsável avalie sua renovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle de expiração reduz a dependência da memória dos colaboradores e de planilhas paralelas, mas exige a definição de um responsável por cada tipo de documento. Um alerta sem uma pessoa encarregada de agir apenas transfere o problema para outra tela.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>9. Use a lista mestra e a cópia controlada</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A lista mestra reúne informações sobre os documentos de uma pasta, como título, revisão, autor, publicador e status de aprovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse recurso pode ser útil em operações que precisam demonstrar controle documental, principalmente em áreas de qualidade. A documentação do Fluig permite filtrar informações e, em versões atuais do recurso, exportar os dados da lista mestra para Excel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a cópia controlada registra informações relacionadas à impressão do documento. Também podem ser utilizadas marcas d’água para indicar situações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Documento confidencial;</li>



<li>Cópia não controlada;</li>



<li>Versão obsoleta;</li>



<li>Uso interno;</li>



<li>Documento em análise.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses controles são importantes quando os arquivos digitais precisam ser impressos e utilizados em ambientes operacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>10. Estruture a busca e a indexação</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma gestão documental eficiente não depende apenas de uma boa estrutura de pastas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os usuários também precisam conseguir localizar rapidamente um documento por meio de termos relacionados ao título, conteúdo ou propriedades cadastradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig possui recursos de busca e indexação de documentos. A indexação precisa ser monitorada, pois problemas nesse processo podem fazer com que um arquivo publicado não seja encontrado corretamente. A própria TOTVS recomenda executar determinados procedimentos de reindexação fora do horário de expediente, já que eles podem causar lentidão no ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a implantação deve prever:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Padrão de nomenclatura;</li>



<li>Palavras-chave coerentes;</li>



<li>Metadados obrigatórios;</li>



<li>Revisão da indexação;</li>



<li>Testes com termos utilizados pelos colaboradores;</li>



<li>Treinamento sobre os filtros de busca.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><a>11. Integre documentos aos workflows</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O maior potencial do Fluig aparece quando a gestão documental é integrada aos processos da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de armazenar um contrato isoladamente, por exemplo, é possível relacioná-lo a um workflow que controle:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Solicitação da contratação;</li>



<li>Validação do fornecedor;</li>



<li>Análise jurídica;</li>



<li>Aprovação financeira;</li>



<li>Assinatura;</li>



<li>Publicação do contrato;</li>



<li>Acompanhamento da vigência;</li>



<li>Renovação ou encerramento.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse modelo, o documento deixa de ser apenas o resultado final e passa a fazer parte do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig disponibiliza APIs e webservices que podem ser utilizados para criar integrações e consultar documentos, permissões e outras informações da plataforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Exemplos de gestão de documentos com o Fluig</a></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Controle de contratos</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O contrato pode ser publicado com acesso restrito, passar por aprovação jurídica e financeira, receber uma data de validade e gerar uma notificação antes do vencimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Gestão de procedimentos de qualidade</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os procedimentos podem seguir uma codificação padronizada, passar por aprovação, manter histórico de revisões e ser apresentados em uma lista mestra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Políticas de Recursos Humanos</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Políticas internas podem ser publicadas para grupos específicos, atualizadas de forma controlada e integradas a processos de ciência ou aceite.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Documentos de fornecedores</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Certidões, certificados e documentos de homologação podem ser organizados por fornecedor, classificados por tipo e acompanhados de acordo com sua validade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Projetos e documentos técnicos</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Plantas, especificações, memoriais e instruções podem ser versionados, relacionados a outros documentos e liberados apenas para os participantes autorizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Fluig substitui completamente pastas de rede e serviços de armazenamento?</a></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serviços de armazenamento podem continuar sendo adequados para arquivos de trabalho, conteúdos temporários e colaboração informal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fluig tende a fazer mais sentido para documentos que precisam de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controle de acesso;</li>



<li>Aprovação;</li>



<li>Versionamento;</li>



<li>Validade;</li>



<li>Rastreabilidade;</li>



<li>Integração com processos;</li>



<li>Responsáveis claramente definidos;</li>



<li>Evidências de publicação e revisão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão não precisa ser “Fluig ou pastas compartilhadas”. A empresa pode estabelecer uma política definindo quais tipos de conteúdo devem obrigatoriamente ser gerenciados no Fluig e quais podem permanecer em outros ambientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Principais erros ao implantar a gestão de documentos no Fluig</a></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Migrar arquivos sem revisar o conteúdo</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Transferir pastas desorganizadas para o Fluig apenas muda o endereço do problema. A migração deve incluir limpeza, classificação e definição de responsáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Criar pastas demais</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Estruturas excessivamente profundas dificultam a localização dos documentos e aumentam a chance de publicação no local errado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Conceder acesso individualmente</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permissões individuais se tornam difíceis de administrar. Grupos, papéis e responsabilidades organizacionais costumam ser mais escaláveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Não definir o proprietário do documento</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Todo documento controlado deve ter uma área ou pessoa responsável por sua atualização, revisão e validade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Criar aprovações desnecessárias</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionar muitos aprovadores pode deixar o processo lento sem aumentar efetivamente o controle. Cada etapa deve existir por um motivo claro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Ignorar a experiência do usuário</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estrutura tecnicamente correta pode fracassar quando os colaboradores não entendem onde publicar, como buscar ou qual versão utilizar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Não revisar a governança depois da implantação</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Áreas, funções e processos mudam. A taxonomia, as permissões e os workflows também precisam ser revisados periodicamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Como implantar a gestão de documentos no Fluig</a></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma implantação consistente pode ser organizada nas seguintes etapas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Diagnóstico do cenário atual;</li>



<li>Inventário dos documentos;</li>



<li>Definição da taxonomia;</li>



<li>Classificação por criticidade e confidencialidade;</li>



<li>Desenho das permissões;</li>



<li>Definição de aprovadores e responsáveis;</li>



<li>Configuração de validade e versionamento;</li>



<li>Desenvolvimento dos workflows;</li>



<li>Integração com ERP e outros sistemas;</li>



<li>Migração controlada;</li>



<li>Testes com usuários;</li>



<li>Treinamento e acompanhamento;</li>



<li>Revisão contínua dos indicadores e regras.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Para projetos mais complexos, é recomendável realizar primeiro um piloto com uma área ou processo. A empresa pode começar, por exemplo, pelo controle de contratos ou pelos documentos da qualidade, validar o modelo e depois expandi-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Perguntas frequentes sobre gestão de documentos no Fluig</a></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><a>O Fluig é um sistema de GED?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O Fluig possui recursos de gestão eletrônica de documentos por meio de seu componente ECM. Ele permite armazenar, organizar, versionar, aprovar e controlar o acesso aos documentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>É possível controlar versões de documentos no Fluig?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O Fluig mantém versões e revisões, permitindo consultar o histórico e identificar qual conteúdo está atualmente publicado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>O Fluig avisa quando um documento está vencendo?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, desde que a validade, o período de antecedência e as tarefas de notificação estejam corretamente configurados no ambiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>É possível restringir documentos por usuário ou departamento?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. As permissões podem ser configuradas para usuários, grupos e papéis, de acordo com a estrutura de acesso definida pela empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>Um documento pode passar por mais de uma aprovação?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. É possível estabelecer níveis de aprovação e definir os responsáveis de cada etapa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>O Fluig pode ser integrado ao Protheus e ao RM?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A plataforma pode ser integrada a ERPs e outros sistemas por meio de APIs, webservices e desenvolvimentos específicos. O escopo da integração depende do processo e das informações que precisam ser movimentadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>É possível acessar os documentos pelo celular?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Os documentos podem ser acessados pelo aplicativo My Fluig, respeitando as permissões configuradas na plataforma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a>O Fluig garante conformidade com a LGPD?</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não de forma automática. Ele fornece recursos que podem apoiar controle de acesso, rastreabilidade e governança, mas a conformidade depende de processos, políticas, configurações e decisões jurídicas da organização.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a>Transforme documentos em processos controlados</a></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão documental não deve ser tratada apenas como um projeto de digitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Centralizar arquivos é importante, mas o verdadeiro ganho acontece quando a empresa também controla quem cria, quem aprova, qual versão deve ser utilizada, quando o conteúdo precisa ser revisto e como ele se relaciona aos demais processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma implantação adequada, o Fluig pode transformar documentos dispersos em informações organizadas, rastreáveis e conectadas à operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Adere possui especialistas em <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-fluig/" data-type="page" data-id="499">TOTVS® Fluig</a>, <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-protheus/" data-type="page" data-id="434">Protheus </a>e <a href="https://grupoadere.com.br/totvs-rm/" data-type="page" data-id="497">RM </a>para mapear o cenário da sua empresa, estruturar a gestão documental, desenvolver workflows e realizar integrações entre sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fale com o Grupo Adere e descubra como utilizar o Fluig de maneira estratégica na gestão de documentos da sua empresa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Automação de Processos com Fluig BPM e Protheus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[contato@grupoadere.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 23:12:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Automação de Processos com Fluig BPM Muitas empresas ainda realizam atividades manuais dentro do Protheus, como aprovações de pedidos, cadastros ou atualizações de status. Isso pode gerar lentidão e riscos de falha humana. Uma solução prática é integrar o Protheus ao Fluig BPM (Business Process Management). Com essa integração, é possível criar fluxos automatizados que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Automação de Processos com Fluig BPM</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas ainda realizam <strong>atividades manuais dentro do Protheus</strong>, como aprovações de pedidos, cadastros ou atualizações de status. Isso pode gerar lentidão e riscos de falha humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma solução prática é integrar o <strong><a href="http://www.grupo-adere/totvs-protheus/" data-type="link" data-id="www.grupo-adere/totvs-protheus/">Protheus</a> ao <a href="http://www.grupo-adere/totvs-fluig/" data-type="link" data-id="www.grupo-adere/totvs-fluig/">Fluig BPM</a> (Business Process Management)</strong>. Com essa integração, é possível criar fluxos automatizados que conversam diretamente com o ERP.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um exemplo simples: O pedido de venda.</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">• O colaborador registra no Protheus;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• O Fluig aciona um fluxo de aprovação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Gestores recebem notificação por e-mail ou aplicativo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após aprovação, o pedido é atualizado automaticamente no ERP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultado?</strong><br>Mais rapidez, menos retrabalho, maior rastreabilidade e governança sobre os processos internos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Automatizar é dar ao seu time tempo para focar em estratégia e inovação, em vez de tarefas repetitivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E claro, a Adere consegue ajudar a sua empresa com essa automação. Entre em contato conosco!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:49px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="889" height="595" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Automacao_Protheus_Fluig.png" alt="" class="wp-image-983" style="width:701px;height:auto" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Automacao_Protheus_Fluig.png 889w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Automacao_Protheus_Fluig-300x201.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Automacao_Protheus_Fluig-768x514.png 768w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /></figure>
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		<title>Integração do RM com Fluig Identity (SAML)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[contato@grupoadere.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 23:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
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					<description><![CDATA[Integração do RM com Fluig Identity (SAML) A segurança da informação é uma das maiores preocupações das empresas hoje. E quando falamos de sistemas ERP, que concentram dados sensíveis de pessoas e negócios, o cuidado precisa ser redobrado. O TOTVS® RM permite integração com o Fluig Identity através do protocolo SAML, garantindo autenticação unificada (Single [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Integração do RM com Fluig </strong><strong>Identity</strong><strong> (SAML)</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança da informação é uma das maiores preocupações das empresas hoje. E quando falamos de sistemas ERP, que concentram dados sensíveis de pessoas e negócios, o cuidado precisa ser redobrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>TOTVS® RM</strong> permite integração com o <strong>Fluig Identity</strong> através do protocolo <strong>SAML</strong>, garantindo autenticação unificada (Single Sign-On).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o colaborador precisa usar apenas <strong>um login e senha</strong> para acessar tanto o RM quanto outras soluções TOTVS® integradas. </p>



<h4 class="wp-block-heading">O resultado é:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Mais segurança</strong> (controle centralizado de acessos);</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Mais praticidade</strong> para o usuário;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Menos riscos de fraudes ou acessos indevidos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a integração via Identity Provider, o administrador consegue controlar permissões de forma simplificada, além de reduzir custos de suporte relacionados a redefinição de senha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário onde <strong>conformidade com LGPD e segurança digital</strong> são cada vez mais exigidas, essa prática é essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Adere consegue te ajudar com essa atuação. Contamos com um time especializado prontos para desenvolver esse fluxo para a sua empresa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre em contato conosco.</p>



<div style="height:43px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<ul class="wp-block-archives-list wp-block-archives">	<li><a href="https://grupoadere.com.br/2026/08/">agosto 2026</a></li>
	<li><a href="https://grupoadere.com.br/2025/09/">setembro 2025</a></li>
</ul>


<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="919" height="612" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Integracao_RM_Fluig.png" alt="" class="wp-image-980" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Integracao_RM_Fluig.png 919w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Integracao_RM_Fluig-300x200.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Integracao_RM_Fluig-768x511.png 768w" sizes="(max-width: 919px) 100vw, 919px" /></figure>
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		<title>Gestão de Férias integrada com Fluig Workflow</title>
		<link>https://grupoadere.com.br/dica/gestao-de-ferias-integrada-com-fluig-workflow/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[contato@grupoadere.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 22:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
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					<description><![CDATA[Gestão de Férias com Fluig Workflow O processo de solicitação e aprovação de férias pode ser demorado, gerar retrabalhos e até falhas de comunicação quando feito de forma manual. Com a integração entre o TOTVS® RM/Protheus (módulo de Folha de Pagamento), &#160;e o Fluig Workflow, a gestão de férias se torna muito mais ágil. Veja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Gestão de Férias com Fluig Workflow</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de solicitação e aprovação de férias pode ser demorado, gerar retrabalhos e até falhas de comunicação quando feito de forma manual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a integração entre o <strong>TOTVS®</strong><strong> RM</strong><strong>/Protheus</strong> (módulo de Folha de Pagamento), &nbsp;e o <strong>Fluig Workflow</strong>, a gestão de férias se torna muito mais ágil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como funciona:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">• O colaborador registra no Fluig a sugestão de férias;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• O gestor recebe a solicitação e aprova ou ajusta;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• A informação é automaticamente integrada ao módulo de Folha no RM;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• O RH tem a visão consolidada e pode gerar cálculos com precisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">• Eliminação de planilhas paralelas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Aprovação mais rápida e transparente;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Redução de erros e conflitos de datas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Maior autonomia para o colaborador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma prática que <strong>aumenta a eficiência operacional</strong> e reforça a experiência do colaborador dentro da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dica de ouro:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Adere consegue te ajudar com essa atuação. Contamos com um time especializado de RM, Protheus e desenvolvedores seniores de Fluig prontos para desenvolver esse fluxo para a sua empresa. Entre em contato conosco.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="893" height="585" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WORKFLOW_FERIAS_FLUIG_RM_PROTHEUS.png" alt="workflow_ferias_Fluig_RM_Protheus_Grupo_Adere" class="wp-image-977" style="width:755px;height:auto" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WORKFLOW_FERIAS_FLUIG_RM_PROTHEUS.png 893w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WORKFLOW_FERIAS_FLUIG_RM_PROTHEUS-300x197.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WORKFLOW_FERIAS_FLUIG_RM_PROTHEUS-768x503.png 768w" sizes="(max-width: 893px) 100vw, 893px" /></figure>
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		<title>Fluig &#8211; Widgets Personalizadas com StyleGuide</title>
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		<dc:creator><![CDATA[contato@grupoadere.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 22:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
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					<description><![CDATA[Fluig &#8211; Widgets Personalizadas com Style Guide A experiência do usuário é peça-chave em qualquer sistema. Pensando nisso, o Fluig oferece um Style Guide para criação de widgets (componentes visuais personalizados) que seguem padrões modernos de design e usabilidade. Com ele, é possível criar funcionalidades como upload de documentos, dashboards ou relatórios interativos, de forma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fluig &#8211; Widgets Personalizadas com </strong><strong>Style</strong><strong> </strong><strong>Guide</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência do usuário é peça-chave em qualquer sistema. Pensando nisso, o Fluig oferece um <strong>Style</strong><strong> </strong><strong>Guide</strong> para criação de widgets (componentes visuais personalizados) que seguem padrões modernos de design e usabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com ele, é possível criar funcionalidades como upload de documentos, dashboards ou relatórios interativos, de forma consistente e alinhada à identidade da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso garante que o usuário final tenha uma <strong>experiência intuitiva e agradável</strong>, sem abrir mão da padronização visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a documentação oficial ajuda a reduzir tempo de desenvolvimento e aumenta a qualidade das entregas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer dar um upgrade no seu Fluig? Podemos te ajudar!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre em contato!</p>



<div style="height:49px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="925" height="611" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/widget-FLuig-1-2.png" alt="widgets_pernsonalizadas_Fluig_StyleGuide_Grupo_Adere" class="wp-image-974" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/widget-FLuig-1-2.png 925w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/widget-FLuig-1-2-300x198.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/widget-FLuig-1-2-768x507.png 768w" sizes="(max-width: 925px) 100vw, 925px" /></figure>
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		<item>
		<title>Fluig &#8211; Segurança: Sempre Utilize HTTPS/TLS</title>
		<link>https://grupoadere.com.br/dica/fluig-seguranca-sempre-utilize-https-tls/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[contato@grupoadere.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 22:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
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					<description><![CDATA[Segurança: Sempre Utilize HTTPS/TLS Um ponto crítico para qualquer ambiente digital é a segurança. E, no caso do Fluig, a  TOTVS® reforça a importância de sempre usar o protocolo HTTPS/TLS. Isso significa que toda comunicação entre usuários e servidores será criptografada, evitando riscos de interceptação ou roubo de dados. Para isso, é fundamental que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segurança: Sempre Utilize HTTPS/TLS</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto crítico para qualquer ambiente digital é a segurança. E, no caso do Fluig, a  TOTVS® reforça a importância de <strong>sempre usar o protocolo HTTPS/TLS</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que toda comunicação entre usuários e servidores será criptografada, evitando riscos de interceptação ou roubo de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, é fundamental que o cliente disponibilize um <strong>certificado SSL válido</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa prática não é apenas recomendada: é obrigatória para garantir <strong>conformidade com normas de mercado e leis como a LGPD</strong>.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="918" height="613" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Fluig-Seguro.png" alt="Fluig_Seguro_Consultoria_Grupo_Adere_Segurança" class="wp-image-966" style="width:633px;height:auto" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Fluig-Seguro.png 918w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Fluig-Seguro-300x200.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Fluig-Seguro-768x513.png 768w" sizes="(max-width: 918px) 100vw, 918px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Fluig &#8211; Como Identificar Lentidão em Datasets?</title>
		<link>https://grupoadere.com.br/dica/fluig-como-identificar-lentidao-em-datasets/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[contato@grupoadere.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 21:56:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
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					<description><![CDATA[Como Identificar Lentidão em Datasets? Um dos pontos que mais impacta na experiência do usuário é a performance. Quando há lentidão nos Datasets do Fluig, a TOTVS® recomenda verificar alguns fatores: •Compatibilidade do banco de dados (ex.: Oracle 19C é homologado apenas via JDBC 1.8); •Evitar o uso de serviços legados como FluigDS e FluigDSRO; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como Identificar Lentidão em </strong><strong>Datasets</strong><strong>?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos que mais impacta na experiência do usuário é a performance. Quando há lentidão nos <strong>Datasets do Fluig</strong>, a TOTVS® recomenda verificar alguns fatores:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•Compatibilidade do banco de dados (ex.: Oracle 19C é homologado apenas via JDBC 1.8);</p>



<p class="wp-block-paragraph">•Evitar o uso de serviços legados como <strong>FluigDS</strong><strong> e </strong><strong>FluigDSRO</strong>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•Migrar para o <strong>AppDS</strong>, que garante melhor desempenho e suporte futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é essencial revisar consultas SQL para garantir eficiência e não sobrecarregar o banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Monitorar a performance é uma prática contínua, que garante <strong>estabilidade, produtividade e satisfação dos usuários</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a lentidão continue, se atente a quantidade de registros ou tente adicionar uma limitação de leitura, isso ajudará no processamento dos dados.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Nós da Adere podemos te ajudar com essa demanda, realizando o diagnostico do seu Fluig. </strong></p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Entre em contato conosco!</strong></p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-cover is-layout-constrained wp-block-cover-is-layout-constrained"><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim-100 has-background-dim"></span><div class="wp-block-cover__inner-container"></div></div>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="908" height="836" src="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Lentidao_dataset_Fluig_Grupo_Adere_Consultoria-1-1.png" alt="" class="wp-image-963" style="width:450px;height:auto" srcset="https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Lentidao_dataset_Fluig_Grupo_Adere_Consultoria-1-1.png 908w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Lentidao_dataset_Fluig_Grupo_Adere_Consultoria-1-1-300x276.png 300w, https://grupoadere.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Lentidao_dataset_Fluig_Grupo_Adere_Consultoria-1-1-768x707.png 768w" sizes="(max-width: 908px) 100vw, 908px" /></figure>
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